Eae pessoas! :)
Xeretando meus sites preferidos (como de costume), dei de cara com dois post muito interessantes e que, por isso, serão postados aqui!
O 1º está relacionado com a construção de uma biblioteca com um material completamente diferente dos que vemos por ai. A construção foi feita com caixas de garrafas de cerveja recicladas. A biblioteca foi erguida pela população que mora no bairro de Magdeburg, na Alemanda, e que contou com o apoio de um escritório de arquitetura alemão e foram reaproveitadas mais de duas mil caixas de cerveja! Além de ser uma inovação, essa ação é super sustentável, já que utilizou um material que seria descartado e evitou a utilização de materiais comuns e que podem ocasionar uma poluição muito grande. (Exame.com)
O 2º post também está relacionado com a reutilização de materiais que você jogaria fora ou queimaria as que não servem nem para virar pano: transformar camisetas velhas em uma ecobag super estilosa. A dica foi dada pelo site Coletivo Verde. No site, há o passo a passo para a confecção da bolsa, que por sinal é bem simples e fica muito bonita. Vale muito a pena conferir.
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22 de junho de 2011
Ações Sustentáveis ...
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6 de abril de 2011
Reutilização (?!)
Será que é possível construir uma casa com garrafas de cerveja?
Os monges da província de Sisaket, na Tailândia, foram muuito além da casa. Construíram um templo usando apenas garrafas de cerveja (e cimento para garantir a sustentação)! O templo Wat Pa Maha Chedi Kaew foi construído com 1,5 milhões de garrafas e a coleta delas começou há 27 anos atrás.
Engana-se quem pensa que as tampinhas são descartadas. Os monges as utilizam para montar mosaicos, que decoram as paredes com a imagem de Buda.
Atualmente, o templo virou atração turística no país. E garrafas de vidro são bem-vindas para que o templo seja aumentado! :)
Fonte: Super
Os monges da província de Sisaket, na Tailândia, foram muuito além da casa. Construíram um templo usando apenas garrafas de cerveja (e cimento para garantir a sustentação)! O templo Wat Pa Maha Chedi Kaew foi construído com 1,5 milhões de garrafas e a coleta delas começou há 27 anos atrás.
Engana-se quem pensa que as tampinhas são descartadas. Os monges as utilizam para montar mosaicos, que decoram as paredes com a imagem de Buda.
Atualmente, o templo virou atração turística no país. E garrafas de vidro são bem-vindas para que o templo seja aumentado! :)
Fonte: Super
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1 de abril de 2011
Avião de sucata?!
Depois de algum tempo sem dar as caras, cá estou eu! :)
Nesse tempinho em que sumi, li MUITAS (muitas mesmo!) matérias interessantes sobre o meio ambiente, as pesquisas feitas, busca pela sustentabilidade.
Fonte: Revista Super
Nesse tempinho em que sumi, li MUITAS (muitas mesmo!) matérias interessantes sobre o meio ambiente, as pesquisas feitas, busca pela sustentabilidade.
O queniano Gabriel Nderitu inovou completamente! Ele decidiu construir seu próprio avião com o lixo. Ele se inspirou no modelo 14 Bis, de Santos Dumont e utilizou a sucata para construir essa "obra-prima".
Não há uma parte sequer do avião que não seja reciclada. Nderitu, que utilizou desde madeira reutilizada até o motor de Toyoya velho, não possui nenhuma experiencia em engenharia aeronáutica, que pesquisou tudo o que podia sobre aeronaves, e demorou praticamente um ano para construí-lo.
Agora, o que permanece é uma questão: será que ele voa?! Eu é que não quero ser cobaia desse teste! :)
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31 de janeiro de 2011
Gigante no fundo do mar
Turbina que vai gerar eletricidade com corrente marítima
Um projeto piloto planejado para o estreito de Puget Sound, no litoral do estado de Washington, nos
Estados Unidos, deverá ser o primeiro conjunto de turbinas de grande porte para extrair energia elétrica das marés e das correntes marítimas do fundo do mar. A previsão é que duas turbinas, de 10 metros de diâmetro e capazes de gerar uma média de 100 quilowatts (kW), potência suficiente para abastecer entre 50 e 100 residências durante a fase de testes, sejam instaladas em 2013. A velocidade das correntes marítimas no local é de 15 quilômetros por hora. O projeto e a instalação das turbinas, além do monitoramento ambiental, são feitos por pesquisadores da Universidade de Washington. Os resultados da iniciativa indicarão se essa tecnologia tem ou não potencial para ser replicada em escala comercial.
Estados Unidos, deverá ser o primeiro conjunto de turbinas de grande porte para extrair energia elétrica das marés e das correntes marítimas do fundo do mar. A previsão é que duas turbinas, de 10 metros de diâmetro e capazes de gerar uma média de 100 quilowatts (kW), potência suficiente para abastecer entre 50 e 100 residências durante a fase de testes, sejam instaladas em 2013. A velocidade das correntes marítimas no local é de 15 quilômetros por hora. O projeto e a instalação das turbinas, além do monitoramento ambiental, são feitos por pesquisadores da Universidade de Washington. Os resultados da iniciativa indicarão se essa tecnologia tem ou não potencial para ser replicada em escala comercial.
(Via FAPESP Online)
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Cinco anos após Katrina, energia solar ajuda na reconstrução de Nova Orleans
No dia 29 de agosto de 2005, o furacão Katrina provocou uma devastação sem proporções na cidade de Nova Orleans, a maior do estado da Lousiana, nos Estados Unidos. Passados mais de cinco anos, a região que é conhecida como o "berço do jazz" é exemplo de sustentabilidade em razão do uso de energia solar nas construções de prédios e casas, segundo informou matéria do jornal O Estado de S.Paulo desta quarta-feira, 26 de janeiro.
Há cerca de cinco anos, o Katrina destruiu tudo pela frente com ventos de 205 km/h que deixaram a cidade praticamente submersa, depois do rompimento de 50 diques. O saldo de mortos foi de 1.464 pessoas, e os prejuízos pelo furacão foram calculados em US$ 135 bilhões - o governo federal gastou US$ 120,5 bilhões na recuperação da cidade.
Atualmente, poder público, grupos de investimento, universidades e ONGs como a Global Green e a Make It Right, do ator Brad Pitt, têm investido na eficiência energética de casas, edifícios e escolas. Só para se ter ideia, a cidade abate hoje 50% dos impostos de quem usa painéis solares, e a prefeitura quer aumentar o incentivo fiscal, o maior do país, para 80%.
A Global Green fornece recursos para a reconstrução de casas e escolas. Por meio do Green Schools Project, cada escola recebe US$ 75 mil - desde que siga parâmetros de construção sustentável, como o sombreamento de fachadas para evitar o uso de ar-condicionado, o emprego de cisternas para captação de água das chuvas e a utilização de 100% de lâmpadas fluorescentes.
"Ajudamos a reconstruir 12 das 88 escolas da cidade, cinco casas e temos um projeto de conjunto habitacional", destacou ao Estadão Matt Petersen, CEO da Global Green, que abriu um escritório na cidade logo após o desastre. A entidade também auxilia os cidadãos que desejam erguer casas e prédios ou restaurá-los com base na certificação Leed (Leadership in Energy and Environmental Design), concedida pela ONG U.S. Green Building Council (USGBC), de acordo com os critérios de racionalização de recursos como energia e água.
O braço da Global Green em Nova Orleans foi concretizado quando Petersen conheceu a advogada da área ambiental Elizabeth Galante, nascida na cidade. "Eu buscava uma maneira de ajudar a reconstruir a cidade sem cometer os mesmos erros que intensificaram a tragédia", relatou a advogada.
Passado sujo, presente verde
Elizabeth Galante também lembrou que Nova Orleans, hoje referência em energia renovável, tem um passado nada verde. "A companhia de energia era conhecida nacionalmente como uma das menos sustentáveis do país. Quando começamos a atuar, por exemplo, era ilegal conectar painéis solares com a rede de energia da cidade. E ninguém sabia como construir com sustentabilidade aqui. Não tínhamos expertise", acrescentou.
Outro obstáculo às construções ecologicamente corretas na cidade era a urgência, uma vez que a população queria refazer os edifícios e casas o mais depressa possível para voltar à normalidade. "Tivemos que explicar às pessoas que não adiantava construir com materiais baratos e pouco eficientes novamente. Sair construindo seria uma solução imediata, mas outra ameaça em longo prazo."
Para saber mais sobre as construções verdes, a cidade organizou um campeonato de design e arquitetura no verão de 2006. Participaram 125 escritórios de todo o país com vasta experiência em arquitetura sustentável, além de uma série de empresas locais. O ator Brad Pitt foi um dos jurados e o resultado da competição foi o Holy Cross, projeto da Global Green de conjunto habitacional com 18 unidades. A construção vai produzir uma boa parte da energia que consome.
O concurso selecionou um escritório de Nova York e, segundo Elisabeth, proporcionou uma "rápida e excepcional troca de conhecimento entre os escritórios de fora, com experiência em construções verdes, e os locais, com o conhecimento da realidade climática de Nova Orleans."
"Um dos desafios é reinventar a cidade de um jeito melhor e mais sustentável, mas com o cuidado de preservar os nossos referenciais culturais. Não é o caso de construir uma nova cidade, mas sim de fazer uma Nova Orleans melhor", concluiu Elisabeth Galante.
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Sustentabilidade
12 de janeiro de 2011
Computador Sustentável
Incrível como o ser humano possui capacidade de reutilizar os materiais, obtendo um resultando extraordinário, que vai além da nossa imaginação.
A Faculdade de Houston, nos EUA, através de um projeto acadêmico, desenvolveu o Recompute, uma máquina que pode ser funcional e ter uma produção de baixo impacto ambiental.
O design e a pesquisa do protótipo inicial levou 8 meses e a marca tem a filosofia de empregar a sustentabilidade desde a produção até o descarte do produto.Além disso, a empresa dá o suporte quando você for trocar/jogar fora o computador, ensinando o cliente a enviar seu computador para a reciclagem.
Interessante não? :)
Fonte: Coletivo Verde
Mais informações: Recompute
A Faculdade de Houston, nos EUA, através de um projeto acadêmico, desenvolveu o Recompute, uma máquina que pode ser funcional e ter uma produção de baixo impacto ambiental.
O design e a pesquisa do protótipo inicial levou 8 meses e a marca tem a filosofia de empregar a sustentabilidade desde a produção até o descarte do produto.Além disso, a empresa dá o suporte quando você for trocar/jogar fora o computador, ensinando o cliente a enviar seu computador para a reciclagem.
Interessante não? :)
Fonte: Coletivo Verde
Mais informações: Recompute
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Sustentabilidade
10 de janeiro de 2011
Sustentabilidade
Este vídeo foi exibido hoje no pograma "Hoje em Dia" da Record e foi me enviado por um amigo. Ele trata da sustentabilidade, mais precisamente em como podemos colocar este termo em prática, como em construções de casas ecológicas.
Muitíssimo obrigado, Xand! ;D
Muitíssimo obrigado, Xand! ;D
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9 de janeiro de 2011
3R's
Dentre os vários tweets feitos pelo Coletivo Verde, um vídeo me chamo a atenção. O cantor Jack Johnsohn compos uma musica com o nome "The 3R's". A letra da música e o vídeo estão logo abaixo...
The 3 R's
Three, it's a magic number
Yes it is, it's a magic number
Yes it is, it's a magic number
Because two times three is six
And the eighteenth letter in the alphabet is
"R"
We got three R's
We're gonna talk about today
We got learn to
Reduce, Re-use Recycle (4x)
If you're going to the market to buy some juice
You gotta bring your own bags
And you learn to reduce your waste
We gotta learn to reduce
And if your brothers or your sisters
Got some cool clothes
You can try them on
Before you buy some over those
Re-use
We gotta learn to re-use
And if the first two R's don't work out
And if you gotta make some trash
Well don't do it all
Recicle
We gotta learn to recicle
(refrão)
Because three, it's a magic number
Yes it is, it's a magic...
Number
three (4x)
three, six, nine, twelve, fifteen
three
eighteen, twenty one, twenty four, twenty seven
three
thirty, thirty three, thirty six
three
thirty three, thirty, twenty seven
three
twenty four, twenty one, eighteen
three
fifteen, twelve, nine, six and
three
it's a magic number
three times six is eighteen
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30 de dezembro de 2010
"Saco é um saco!"
Alguns dias atrás, minha mãe pediu-me para organizar o armário da área de serviço e fiquei impressionada com a quantidade de sacolinhas provenientes das compras. Acabamos por discutir o assunto e concluímos que não há um investimento e nem conscientização sobre a necessidade da mudança de hábitos, como utilizar toda sua capacidade ou utilizar outras alternativas (sacolas retornáveis, caixas de papelão), para que haja uma diminuição destas.As sacolas plásticas são derivadas do petróleo e do gás natural e, entre os principais plásticos, destacam-se: o polietileno, utilizado na produção de frascos e sacos plásticos; o polipropileno, em frascos e tampas; PET em garrafas de refrigerante; PVC em tubos e forros; e poliestireno em copos plásticos e isopor.
Segundo uma reportagem do Brasil Econômico, calcula-se que cerca de 14 bilhões delas circularam em 2010 por todo o país e dados do MMA (Ministério do Meio Ambiente) mostram que cada família brasileira descarta cerca de 40 kg de plástico por ano e 1,5 milhão de sacolas são descartadas a cada hora, resultando em 36 milhões em apenas um dia. Alarmante, não? Por outro lado, esse valor já chegou a 17,9 bilhões no ano de 2007 e deve diminuir ainda mais até 2015, podendo atingir a casa dos 10 milhões.
Segundo especialistas, as sacolas demoram 400 anos para se degradar na natureza. Conforme Samyra Crespo, secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do MMA, o principal problema é o descarte incorreto destas e o não encaminhamento para a reciclagem, contribuindo assim para a impermeabilização do solo e o entupimento dos bueiros, que podem ocasionar enchentes.
Por ter uma grande importância no mundo moderno, existem várias pesquisas com o intuito de produzir o plástico a partir de fontes renováveis, como cana-de-açúcar, amido de mandioca, da soja e da celulose vegetal, ou através de bactérias que possuem a capacidade de sintetizar e acumular reservas de carbono, originando o bioplástico. Quanto à redução da utilização, segundo Miguel Bahiense, diretor da Plastivida Instituto Socio Ambiental dos Plásticos, é necessário que haja a educação dos empacotadores e a compra de sacolas fabricadas dentro das normas pelos supermercados e, infelizmente, não aparece um substituto que seja economicamente viável.
No ano passado, o governo federal lançou o programa “Saco é um saco” com o intuito de alertar a população sobre a necessidade de reduzir o consumo de sacolas plásticas e ela acredita no poder de decisão do consumidor e sua capacidade de transformar hábitos e atitudes. No site do programa, há mais dicas sobre como reduzir a utilização e os danos que ela pode ocasionar ao amiente.
Eaí, você não vai ficar de fora dessa, vai? :)
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28 de dezembro de 2010
Uma escola diferente...
Dentre várias reportagens interessantes no site Ciclo Vivo, uma delas me chamou atenção. Foi construída na cidade de San Pablo, nas Filipinas, uma escola. Porém, ela possui algo que a diferencia de escolas comuns: é a primeira a ser feita com garrafas plásticas descartadas na Ásia
Este projeto foi concebido por Illac Diaz junto com a Fundação Meu Abrigo. O primeiro o Bottle School Project (Projeto de Escolas de Garrafa) criou o projeto para conscientizar a população sobre a importância da construção de novas escolas e dar um novo destino a materiais descartáveis.
Este projeto foi concebido por Illac Diaz junto com a Fundação Meu Abrigo. O primeiro o Bottle School Project (Projeto de Escolas de Garrafa) criou o projeto para conscientizar a população sobre a importância da construção de novas escolas e dar um novo destino a materiais descartáveis.
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| (Imagem: Kristel Gonzales) |
A escola foi construída com milhares de garrafas de 1,5 e 2 litros preenchidas com adobe líquido, que é constituído basicamente de terra crua, água, palha ou fibras naturais. Esta combinação [relativamente barata] chega a ser três vezes mais forte que o concreto.
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